sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Robocode - batalha de robôs

Hoje na  minha ITP 295(Java para robôs), o professor Edward Delean nos apresentou o Robocode. Robocode é um jogo de programação, onde o objetivo é construir robôs, modelo tanque de guerra, para lutar contra outros. Quando você instala, já vem alguns robôs de exemplo. Estamos utilizando a versão para programar em Java.

Para instalar basta entrar em http://robocode.sourceforge.net/download. Para o jogo rodar você precisa ter Java SE instalado: http://www.oracle.com/technetwork/java/javase/downloads/index.html.

A instalação é simples. É só seguir as instruções do próprio instalador.


Quando instalado, a primeira tela será essa:


Então você pode ir no menu Battle/New e terá a seguinte tela:


Nessa tela você terá um lista de pacotes(packages) e robôs(robots) daquele pacote selecionado .Então você adiciona os robôs que quiser na batalha, e clica no botão Start Battle. Quando você criar seus robôs e pacotes, eles serão listados nessa tela.

Aqui uma imagem da batalha:



Também temos o menu Robot/Editor. Isso irá abrir outra janela. Então na nova janela você seleciona o menu File/New/Robot. Isso irá criar uma classe com o nome que você definiu, e dentro do pacote que você criou. Essa classe por definição irá herdar da classe Robot. Sua classe virá com comandos pré-definidos, então você altera o comportamento do seu robô ao seu critério e lógica. Você sempre deve compilar sua classe para que o robô esteja disponível na listagem, ou para atualizar as modificações.

Meu robô se chama Robotec, e está no pacote fatec.robots. Veja imagem abaixo:


Abaixo segue todo o código que vem por padrão:

package fatec.robots;
import robocode.*;
//import java.awt.Color;

// API help : http://robocode.sourceforge.net/docs/robocode/robocode/Robot.html

/**
 * Robotec - a robot by (your name here)
 */
public class Robotec extends Robot
{
/**
* run: Robotec's default behavior
*/
public void run() {
// Initialization of the robot should be put here

// After trying out your robot, try uncommenting the import at the top,
// and the next line:

// setColors(Color.red,Color.blue,Color.green); // body,gun,radar

// Robot main loop
while(true) {
// Replace the next 4 lines with any behavior you would like
ahead(100);
turnGunRight(360);
back(100);
turnGunRight(360);
}
}

/**
* onScannedRobot: What to do when you see another robot
*/
public void onScannedRobot(ScannedRobotEvent e) {
// Replace the next line with any behavior you would like
fire(1);
}

/**
* onHitByBullet: What to do when you're hit by a bullet
*/
public void onHitByBullet(HitByBulletEvent e) {
// Replace the next line with any behavior you would like
back(10);
}
/**
* onHitWall: What to do when you hit a wall
*/
public void onHitWall(HitWallEvent e) {
// Replace the next line with any behavior you would like
back(20);
}
}


Você pode achar todas as classes, métodos, implementações no seguinte link: http://robocode.sourceforge.net/docs/robocode/

Espero que tenham gostado! Eu ainda não estou muito familiarizado com Robocodes, mas o pouco que utilizei achei bem interessante. Logo mais escrevo mais sobre isso!








terça-feira, 27 de agosto de 2013

Laboratório de Informática

Estou tendo aulas programação na NOVA (campus Alexandria). Eles possuem uma estrutura bacana de máquinas. São máquinas da Apple, com dois sistemas operacionais: o sistema da Apple, e o Windows da Microsoft. Segue algumas fotos:



Material de robótica

Meu amigo Verinaldo Dantas, bolsista CsF, que mora aqui comigo, tem um interesse muito grande por robótica. Ele está montando um arsenal de robôs, e estou em parceria com ele para desenvolver funções para os mesmos, usando ferramentas como Lego MINDSTORMS. Também foi adquirido um sensor Leap Motion, confira nos vídeos abaixo.

Esse tipo de material por aqui tem um preço muito mais acessível que no Brasil. Isso é um dos facilitadores aqui para a gente.

E para ficar melhor, começei a ter aulas de Java para robôs na faculdade. Esse será o tema do meu próximo post. Confiram os vídeos abaixo:







segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Visita ao laboratório da Dra. Nathalia Peixoto - GMU

Fizemos uma visita técnica no laboratório de Engenharia Neural da Dra Nathalia Peixoto. O laboratório é localizado na George Mason University (GMU), instiuição que a Dra Nathalia leciona. Embora sermos estudantes da Northern Virginia Community College (NOVA), meu grupo encontrou ela por acaso no metro, desde então estamos mantendo certo contato.

Segue um vídeo da visita. O dispositivo capta a frequência muscular, e através de um auto-falante reproduz o som do mesmo.



Agora algumas fotos:


















quarta-feira, 24 de abril de 2013

Opinião de bolsista do Ciência sem Fronteiras com relação as últimas críticas contra o programa

Nessa última semana o programa Ciência sem Fronteiras vem recebendo muitas críticas com relação ao grande número de candidatos inscritos nos editais para Portugal, e também em relação aos níveis de proficiência  dos estudantes na língua estrangeira, mais especificamente o inglês. E como fruto das críticas, Portugal será excluído do programa.

O grande número de inscritos para as chamadas de Portugal é derivado da falta de proficiência dos estudantes no idioma inglês, mas excluir o país do programa não é uma solução ou justificativa para o aumento da proficiência de inglês dos outros estudantes. Se as instituições de Portugal abriram suas portas para os estudantes brasileiros é porque elas veem potencial no Brasil, e também em aspectos econômicos, a parceria é interessante para as universidades. A solução nesse caso é preencher as vagas oferecidas com os melhores alunos inscritos no edital. Com certeza os alunos que estudarem em Portugal trarão conhecimentos para agregar ao nosso país, afinal Portugal não deixa de ser um país de primeiro mundo.

Com relação as críticas relacionadas ao nível de proficiência dos estudantes no idioma inglês têm dois pontos que são verdadeiros: grande número de estudantes não possuem nível adequado de proficiência; e os editais têm diminuindo o nível exigido no idioma inglês, mas não para entrarem diretamente no curso superior.

Muitos alunos estão indo sem o nível adequado de proficiência para o exterior, e as universidades parceiras estão ciente disso. No caso da minha instituição, Northern Virginia Community College, os estudantes tiveram que fazer um teste de inglês, e quem não obteve nota mínima foi para as aulas de ESL(English as Second Language). Ou seja, as instituições não irão aceitar estudantes sem nível de proficiência adequado nos cursos regulares. Os estudantes irão adquirir essa proficiência no idioma em cursos intensivos, uma vez que a educação pública brasileira não proporciona condições disso acontecer atualmente.

Fechar as portas para Portugal não irá estimular os estudantes a buscar proficiência em inglês se o governo não fizer nada de imediato referente ao ensino do inglês de forma efetiva na rede pública. Outra questão é que a mídia muitas vezes gosta de tirar o foco de escândalos como corrupção, desvio de dinheiro público, e começam atacar iniciativas como essa, que o governo federal tem aplicado o dinheiro público de forma que proporcione uma oportunidade única para milhares de estudantes.

O Brasil está atrasado no ensino de inglês. Uma reforma ou melhoria do ensino na rede pública levará anos para dar resultados, então, a curto prazo, a melhor forma de correr atrás do atraso é tentar selecionar os melhores alunos possíveis, mesmo com níveis pré/intermediário, aloca-los em cursos de língua no exterior para que posteriormente frequentem  cursos superiores de altíssima qualidade.

Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2013/04/portugal-sera-excluido-do-ciencia-sem-fronteiras-diz-mercadante.html
http://cienciabrasil.blogspot.com.br/2013/03/a-farsa-do-ciencias-sem-fronteiras.html

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Aulas de ESL

Nesse primeiro semestre estamos tendo aulas de ESL(English as Second Language). Foi feito um teste de nivelamento pela NOVA, que foi dividido em dois grupos: Writing/Reading  e Listening/Speaking. De acordo com a nota no teste os alunos foram encaminhados para as aulas de níveis 1 a 5.

Nas minhas aulas de Writing/Reading são abordados gramática geral  e escrita acadêmica(Academic Writing). Estamos usando dois livros:

  • Fundamentals of English Grammar - Fourth Edition with Answer Key. Betty S. Azar, Stacy A. Hagen.
  • First Steps in Academic Writing - Second Edition. Ann Hogue
As minhas aulas de Listening/Speaking são compostas por discussões em grupos, de temas diversos. Também os alunos são requeridos a fazerem apresentações curtas de notícias, além de terem que fazer o que chamamos de Active Listening(ouvir notícias e Podcasts semanalmente, tomar notas e fazer um relatório a respeito).
Usamos o livro Real Talk 1 - Authentic English in Context. Lida Baker, Judith Tanka.

Links de sites utilizados para Active Listening:

domingo, 31 de março de 2013

Washington D.C

Aqui, nas sextas-feiras não temos aulas, então aproveitamos para ir para Washington D.C. É bem próximo da cidade que estamos, Fairfax. Só tivemos que pegar um ônibus até a estação de metrô, e andar algumas estações, que já saí na estação National Triangle, que é em frente ao museu, e próximo de muitos pontos turísticos.
Em Washington tem muita coisa pra fazer, dezenas de museus, monumentos históricos, bares etc. Eu conheci os principais pontos através do ônibus de sightseeing, o que custou US$45, valeu muito a pena!
Um dos museus mais legais é o Museu de Cera(Madame Tussauds). E uns dos lugares mais bonitos para mim foi o Congresso. Segue algumas fotos da visita a capital.